
Caso não consiga ver a imagem a cima, segue texto abaixo:
UAIS em Escombros
As UAIS (Unidades de Atendimento Integrado em Saúde), sofreram um terrível bombardeio nos últimos 75 dias, deixando em escombros o estado psicológico de todos os seus servidores. Um verdadeiro genocídio psíquico: Quase três mil trabalhadores foram pegos de surpresa com uma ordem de demissão em massa, na incerteza do cumprimento dos direitos trabalhistas, conforme exige a CLT. Posteriormente as demissões foram adiadas, refeitas e, por fim, canceladas, tudo isto com o requinte de confusão, muita incerteza e instabilidade, gerando uma grande insegurança em todos estes seres humanos. O resultado: irritação, indignação, apatia e descompromisso nos trabalhadores, o que dinamitou o atendimento nas UAIS. Faltam desde médicos a materiais e remédios, mas o mais importante, faltam paz, amor, carinho e respeito aos nossos trabalhadores das Unidades, o que reflete severamente em nossos doentes.
O mal da saúde uberlandense, eleito por sua excelência, o prefeito municipal do PT, é o bode expiatório chamado Fundação Maçônica Manoel dos Santos. Ele rasgou todas as promessas feitas por ele a esta entidade e seus funcionários durante as últimas eleições municipais. Entidade que há muito tempo tornou-se laranja da PMU, que não paga os 22% de INSS patronal sobre a folha de pagamento, e reinveste esta economia na própria saúde, a fundação é pau mandado da Secretaria Municipal de Saúde em todos os governos, desde 1999.
Em um país pobre em tecnologia, só capaz de exportar competitivamente Comodities em larga escala, com dimensões continentais com desiguais, concentração de renda e grande atraso educacional de seu povo, é necessário aumentar a produtividade (eficiência e eficácia), principalmente no setor saúde, educação e demais serviços públicos .
O que nos propõe sua excelência, o prefeito municipal, é, ao contrário, a redução da produtividade com o fim da parceria público-privada, com implementação de um modelo estatal puro, com a natimorta FUNDASUS, composta de funcionários públicos com estabilidade eterna no emprego, aposentadoria integral (aumentando o déficit do IPREMU ) e sindicato organizado. Nunca vi, em nenhum lugar do mundo, uma estatal ter mais produtividade do que uma organização com lógica privada.
Estamos com amadores na condução dos serviços essenciais à população, falta dinheiro para a saúde no Brasil. Faltam recursos materiais, tais como: hospitais, remédios, equipamentos e escassos profissionais de saúde. O nosso alcaide quer implantar uma gestão de recursos humanos na lógica estatal, consolidando baixa produtividade com a escassez de recursos, fomentando o caos na saúde pública de Uberlândia.
Em um critério de nota, de 0 a 10, a ser dado ao funcionamento das UAIS e ao sistema complementar de saúde, o governo anterior conseguiu atingir a incrível nota de 7 ( sete ) e agora este governo atual está com a nota 2 ( dois ). Vejam o esforço que o atual prefeito terá que fazer para reconstruir os escombros e voltar ao patamar anterior. Propaganda bonita na televisão não resolve.
Que Deus abençoe os trabalhadores da saúde e os nossos doentes e dê juízo e bom senso a este PT Uberlandense.
Felipe José Fonseca Attiê - Vereador
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