Ex-atriz, Lala Deheinzelin, será uma das palestrantes do II Seminário de Economia da Cultura
Evento começa na próxima quinta-feira (10/10), em Uberlândia–MG.
O II Seminário de Economia da Cultura que será realizado, entre os dias 10 e 13 de outubro, na cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, contará com a palestra de diversos profissionais do meio artístico cultural. Dentre eles, a ex-atriz, Lala Deheinzelin, mais conhecida como a Cecília da novela Vale tudo exibida pela TV Globo, no final dos anos 1980 – em que formava, com a personagem Laís, vivida pela atriz Cristina Prochaska, o primeiro casal de lésbicas da TV brasileira. Famosa também por trabalhar em outras obras da dramaturgia brasileira: na novela A história de Ana Raio e Zé Trovão, da extinta TV Manchete, além da minissérie As noivas de Copacabana, também da Globo.
Atualmente, Deheinzelin tornou-se consultora de economia e passou a combinar ideias de várias áreas que, segundo ela, podem moldar o futuro. Ela é especialista mundial em Economia Criativa e Desenvolvimento Sustentável, criou e coordena o movimento internacional “Crie futuros”. Com trabalhos realizados no Brasil e no exterior, o seu perfil transdisciplinar possibilitou desenvolver metodologias próprias integrando economia criativa, desenvolvimento, sustentabilidade, futuro e inovação.
Dentro do roteiro de atividades do Seminário, Lala Deheinzelin ministrará sua palestra, na sexta-feira (11), às 14 horas, no auditório do bloco 3Q do campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia.
“Lala vai falar sobre a economia criativa e as tendências do mercado. Ela vai mostrar que a economia criativa é estratégica no século 21, além de expor as oportunidades que oferece e as condições necessárias para seu florescimento, contribuindo para inserir o tema na agenda de desenvolvimento aos níveis (inter) nacional, estadual e municipal”, adianta o diretor da produtora Balaio do Cerrado, Rubem dos Reis, idealizador do Seminário.
Além de Lala, o Seminário também vai trazer outros palestrantes importantes no cenário cultural brasileiro.
São eles:
José Márcio Barros
Graduado em Ciências Sociais pela UFMG (1980), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ (2003), José Márcio Barros é professor do Curso de Ciências Sociais e Comunicação Social e do Programa de Pós Graduação em Comunicação da PUC/Minas. Também atua como professor da Escola Guignard/UEMG, onde coordena o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino e Pesquisa. É autor do livro Comunicação e Cultura nas avenidas de contorno (Editora PUC/Minas) e organizador dos livros Diversidade Cultural – da proteção à promoção (Editora Autêntica) e As mediações da Cultura (Editora PUC/Minas).
Tendo como linhas de atuação a formação, a informação, a pesquisa e a consultoria, o Observatório da Diversidade Cultural foi apontado pela Comissão Alemã da Unesco e pela Fundação Ásia-Europa – ASEF como uma das 39 instituições de destaque no mundo a favor da diversidade cultural.
Frederico Furtado
Fred Furtado é escritor, gestor cultural e realizador audiovisual. Autor do livro “A Vida em Jazz: Contos para jazzeificar a vida.” Realizador do filme “Quilombo”, junto a Ana Cristino Ortega Blanco; do intercâmbio Brasil-Alemanha Bach-bacena. Participou da Casa de Arte&Ofício Ponto de Partida, tornou-se o Diretor de Produção e Gestor Administrativo do grupo.
Foi Assessor de Gestão da Diretoria de Políticas Culturais de Pernambuco. Atuou em projetos junto aos Pontões de Cultura: Fábrica do Futuro (Cataguases – MG) e TV Ovo (Santa Maria – RS). Consultor assistente de Romulo Avelar para gestão de grupos artísticos junto ao SEBRAE e FAOP. Criador e gestor do Instituto Coletivo77, ponto de articulação do Circuito Fora do Eixo. Atualmente é presidente da Fundação Municipal de Cultura de Barbacena.
César Piva
Cesar Piva é gestor cultural com atuação no setor desde 1992. Coordena, desde 2002, o Programa de Cultura e Desenvolvimento Local em Cataguases e região. Destaque para atuação junto a Fábrica do Futuro – Incubadora Cultural e Residência Criativa, ao Festival de Ver e Fazer Filmes, ao Programa DiverCidades Criativas, ao Polo Audiovisual da Zona da Mata e do Consórcio Intermunicipal de Cultura. Ações lideradas por instituições da sociedade civil, que envolvem diversas empresas, fundações, universidades e governos em 10 cidades da região da Zona da Mata em Minas Gerais. Foi membro do Conselho Nacional de Políticas Cultural e da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. Na cidade de Cataguases, coordena um programa de Cultura e Desenvolvimento local com foco no audiovisual, intitulado Fábrica do Futuro. É coordenador executivo do Festival Ver e Fazer Filmes em suas três edições realizadas, em Cataguases, nos anos de 2008 e 2010 e na cidade de Guimarães, Portugal, em 2012. O Festival envolve estudantes e professores universitários, jovens e adultos de projetos culturais, especialistas, técnicos e profissionais do mercado do audiovisual. Desde 2010 coordena a organização do Programa de Produção Audiovisual em Rede (PROAR), por meio de uma parceria entre a Fábrica do Futuro e o Canal Futura, na perspectiva da formação de uma rede criativa para a produção audiovisual com várias instituições, ongs, pontos de cultura, coletivos, produtoras e universidades em todo o país.
O II Seminário de Economia da Cultura é promovido pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU, por meio da Diretoria de Cultura – Dicult, em parceria com a APCULT – Associação dos Produtores Culturais de Uberlândia e Região e a produtora Balaio do Cerrado, e tem como objetivo encontrar o ponto privilegiado da reciprocidade entre produção cultural independente e a cidade, buscando pensar juntos, repensar conceitos, posturas e estratégias para que o todo se desenvolva.
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